E aquela história do acelerador de partículas gigante que pode criar um buraco negro e concretizar a profecia do apocalipse antes que eu tenha netinhos?
Tá, eu acho legal que a humanidade faça esses experimentos e nos traga mais respostas sobre o universo que vivemos e, consequentemente, sobre nós mesmos.
Mas e se der merda e a gente se fuder?
Quer saber? Quero mais é que a terra nos engula e vamos todos para a puta que nos pariu.
Falei.
PS: Só escrevi isso porque o Vinícius pediu
PS2: "Não obrigo ninguém a ler isso aqui."
PS3: VINICIUS NAO TEM ACENTO PORRA QUANDO É QUE EU VOU APRENDER??
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Sinal De Vida (?)
Desci do ônibus e andei até a faixa de pedestres, um lugar seguro e feliz onde os cidadãos que dependem de seus belos pares de pés para se locomover podem atravessar tranquilamente ao seu destino. Ou pelo menos era pra ser assim, não?
Na segunda faixa, logo após o "canteiro" que divide a rua do setor sudoeste em duas mãos, estendi o meu braço na esperança que o carro prata me desse passagem. Coloquei um pé na via já que, ao meu ver, a senhorita loira estava reduzindo a velocidade. Porém, quando eu ia colocar o segundo, o carro acelerou estúpidamente, me tirando um fino muito doido. Não hesitei em mostrar-lhe um dedo. O flanelinha que tava por perto riu.
Alguns dias depois, no mesmo local, eu teria sido acertado de leve, se não tivesse apressado o passo na hora certa. "Puxa, desculpa aí brother!" Tá, o cara se desculpou, mas eu tive uma vontade enorme de gritar "Porra!Por que você não presta atenção no que faz?" Me arrependo de não ter gritado...
Ninguém mais respeita nosso "sinal de vida" não? Um fim de semana aí eu dormi na casa dum amigo meu e fomos todos almoçar no Giraffas pela manhã. Estávamos atravessando a faixa felizes, conversando, quando uma mulher gritou do banco de passageiros: "Isso aqui não é passarela não!" E virou pra ficar me encarando enquanto o carro se afastava. Sinto muito que você esteja atrasada, moça! Eu sei como é, acontece comigo o tempo todo. Mas não me culpe por isso, e nem ridicularize meus direitos! Puta merda, viu?
Indo pra escola com o meu pai, um ônibus porrudão nem se importou em dar uma olhada nas donas de casa tentando atravessar a faixa, e avançou à toda, deixando pra trás aquela fumaça nojenta. O que ele tava pensando? "Cês não vão passá não!! Inalem minha fumaça, RRRAAAAHAHRHRHHH!!!11!11!"?
E a "paz no trânsito", como é que fica? Só porque não temos carros, não quer dizer que merecemos desviar dos seus pára-choques e cheirar suas fumaças.
Ora, porra.
Na segunda faixa, logo após o "canteiro" que divide a rua do setor sudoeste em duas mãos, estendi o meu braço na esperança que o carro prata me desse passagem. Coloquei um pé na via já que, ao meu ver, a senhorita loira estava reduzindo a velocidade. Porém, quando eu ia colocar o segundo, o carro acelerou estúpidamente, me tirando um fino muito doido. Não hesitei em mostrar-lhe um dedo. O flanelinha que tava por perto riu.
Alguns dias depois, no mesmo local, eu teria sido acertado de leve, se não tivesse apressado o passo na hora certa. "Puxa, desculpa aí brother!" Tá, o cara se desculpou, mas eu tive uma vontade enorme de gritar "Porra!Por que você não presta atenção no que faz?" Me arrependo de não ter gritado...
Ninguém mais respeita nosso "sinal de vida" não? Um fim de semana aí eu dormi na casa dum amigo meu e fomos todos almoçar no Giraffas pela manhã. Estávamos atravessando a faixa felizes, conversando, quando uma mulher gritou do banco de passageiros: "Isso aqui não é passarela não!" E virou pra ficar me encarando enquanto o carro se afastava. Sinto muito que você esteja atrasada, moça! Eu sei como é, acontece comigo o tempo todo. Mas não me culpe por isso, e nem ridicularize meus direitos! Puta merda, viu?
Indo pra escola com o meu pai, um ônibus porrudão nem se importou em dar uma olhada nas donas de casa tentando atravessar a faixa, e avançou à toda, deixando pra trás aquela fumaça nojenta. O que ele tava pensando? "Cês não vão passá não!! Inalem minha fumaça, RRRAAAAHAHRHRHHH!!!11!11!"?
E a "paz no trânsito", como é que fica? Só porque não temos carros, não quer dizer que merecemos desviar dos seus pára-choques e cheirar suas fumaças.
Ora, porra.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
New Look
Me desculpem pelo desenho porco lá em cima, hehehehe.
Mentira, tá bonitinho até, mas eu não consigo fazer nada melhor que isso não. Eu gosto de desenhar, mas o pessoal raramente entende... hahaha.
Estou me sentindo bem hoje, sexta-feira faz isso com muita gente.
Uma coisa chata que eu andei notando, é que esse blog tem a grande tendência de se tornar um "olá, hoje eu estou assim". Mas como eu disse, vou tentar falar as coisas com mais coerência e enrolar cada vez menos. Estou escrevendo algumas estórias (algumas reais e outras não) portanto, esperem alguma coisa no mínimo legalzinha para as próximas semanas.
Auf Wiedersehen!
Mentira, tá bonitinho até, mas eu não consigo fazer nada melhor que isso não. Eu gosto de desenhar, mas o pessoal raramente entende... hahaha.
Estou me sentindo bem hoje, sexta-feira faz isso com muita gente.
Uma coisa chata que eu andei notando, é que esse blog tem a grande tendência de se tornar um "olá, hoje eu estou assim". Mas como eu disse, vou tentar falar as coisas com mais coerência e enrolar cada vez menos. Estou escrevendo algumas estórias (algumas reais e outras não) portanto, esperem alguma coisa no mínimo legalzinha para as próximas semanas.
Auf Wiedersehen!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Algumas novas
Finalmente choveu por aqui. Isso me faz sentir um tanto melhor. Mas a questão é que eu continuo me estressando com o tédio que eu criei em torno de mim mesmo.
Eu realmente gostaria de levantar algumas questões interessante aqui, bem como certos pensamentos, mas ou eu não tenho paciência para escrever sobre isso no momento, ou eu simplesmente não lembro de muita coisa interessante. Talvez eu tenha algum fragmento guardado na minha gaveta.
"O problema maior é esperar muito de certas situações, se sentir realizado com projetos pequenos demais... Isso tudo só quebra a sua cara logo no dia seguinte.
Eu comprovei a teoria de que as pessoas nunca são elas mesmas em um meio socializado. Sempre usam máscaras diferentes para diferentes situações, se interessam por certos assuntos só com determinadas pessoas, só riem das piadas daqueles que os agradam e agem de forma distinta com cada grupo que participam.
Só quando se está sozinho com suas idéias, é possível formar quem você realmente é. Lutar para mostrar essa face sempre, é um objetivo que eu tenho tentado alcançar todos os dias. 'Eu sempre sou eu mesmo, sempre' você pode estar dizendo agora. Não, você não é. Você não conversa com aquela gatxénha que você "tá superafins" na mesma forma que você fala com seu brother (conclusão óbvia), afinal, ela tem uma vagina, seu brother tem um pênis. Oh my god.
Usar várias máscaras, não só em mim mas também na maioria que me cerca, já me fez esperar coisas improváveis. Isso me ajudou a amadurecer em muitos pontos, mas deixou algumas cicatrizes.
O que eu disse aqui é óbvio até demais. Mas é o tipo de coisa que se pensa só no fim do dia, e se esquece completamente quando se acorda de manhã.
De uma forma ou de outra, essas máscaras amenizam muitas situações, e deixam a vida mais confortável, assim como acomodada. Mas chega uma hora, que toda essa acomodação lhe parece fútil e sacal demais. E aí bum. Você explode e cria um blog. "
É isso, eu acho. Pra um post que só ia tapar buraco, até que ficou bem grandinho.
Eu realmente gostaria de levantar algumas questões interessante aqui, bem como certos pensamentos, mas ou eu não tenho paciência para escrever sobre isso no momento, ou eu simplesmente não lembro de muita coisa interessante. Talvez eu tenha algum fragmento guardado na minha gaveta.
"O problema maior é esperar muito de certas situações, se sentir realizado com projetos pequenos demais... Isso tudo só quebra a sua cara logo no dia seguinte.
Eu comprovei a teoria de que as pessoas nunca são elas mesmas em um meio socializado. Sempre usam máscaras diferentes para diferentes situações, se interessam por certos assuntos só com determinadas pessoas, só riem das piadas daqueles que os agradam e agem de forma distinta com cada grupo que participam.
Só quando se está sozinho com suas idéias, é possível formar quem você realmente é. Lutar para mostrar essa face sempre, é um objetivo que eu tenho tentado alcançar todos os dias. 'Eu sempre sou eu mesmo, sempre' você pode estar dizendo agora. Não, você não é. Você não conversa com aquela gatxénha que você "tá superafins" na mesma forma que você fala com seu brother (conclusão óbvia), afinal, ela tem uma vagina, seu brother tem um pênis. Oh my god.
Usar várias máscaras, não só em mim mas também na maioria que me cerca, já me fez esperar coisas improváveis. Isso me ajudou a amadurecer em muitos pontos, mas deixou algumas cicatrizes.
O que eu disse aqui é óbvio até demais. Mas é o tipo de coisa que se pensa só no fim do dia, e se esquece completamente quando se acorda de manhã.
De uma forma ou de outra, essas máscaras amenizam muitas situações, e deixam a vida mais confortável, assim como acomodada. Mas chega uma hora, que toda essa acomodação lhe parece fútil e sacal demais. E aí bum. Você explode e cria um blog. "
É isso, eu acho. Pra um post que só ia tapar buraco, até que ficou bem grandinho.
Arrogância
É difícil falar sobre certas coisas sem parecer arrogante. Eu não consigo chegar e falar "Eu coloco todos os meus sentimentos no meu violão." Aqueles que não me chamarem de veado, vão dizer que eu me acho "O músico" quando, na verdade, eu não toco porra nenhuma. Também acontece de eu preferir ficar quieto e não falar nada, mas alguém pode pegar e dizer "Aquele filho da puta nem falou comigo, que cara convencido". Já passei por isso e chega a ser engraçado. Tá certo que esse meu distanciamento já virou rotina, mas é curioso: Eu tento não dar muito valor a mim mesmo e meio que ceder espaço para os outros, mas algumas pessoas acabam entendendo isso como se eu fosse um cara cheio de mim mesmo.
Eu sei que a culpa pode ser toda minha. É como ser indiferente a certo assunto, mas deixar transparecer que você odeia aquilo.
É claro que existem situações e situações. Isso pode ser meio complicado, mas dá pra sobreviver. Afinal, eu ainda pretendo lutar contra meus demônios e salvar minha alma.
Mas hoje não, acho que vou jogar videogame.
Eu sei que a culpa pode ser toda minha. É como ser indiferente a certo assunto, mas deixar transparecer que você odeia aquilo.
É claro que existem situações e situações. Isso pode ser meio complicado, mas dá pra sobreviver. Afinal, eu ainda pretendo lutar contra meus demônios e salvar minha alma.
Mas hoje não, acho que vou jogar videogame.
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