segunda-feira, 12 de agosto de 2013
She is the king
She is the king
And I don't Care
About your macho speech
She is the king
What's the problem with
some feminism?
Keep your head down
As she passes by
Another fake movement
And she'll make you cry
You say you like
Khaleesis and what not
But when shit gets real
You just think with your cock
You paint yourself
A hunter of girls
I say:
Lost in her jungle
You're just another prey
Better watch the world turn
Just think again
You're way too young
For a dinossaur brain
Shy are the Queens
But she's here to rule
With or over you
She, the king!
She wasn't born
To lick your boots
So fuck off...
Jerk it off, sucker
I know you're not alone
With your macho speech
But she is the king!
Are you gonna cry, macho boy?
Gonna call me a faggot?
Cuz i can take it.
But you can't take a strong woman.
And I don't Care
About your macho speech
She is the king
What's the problem with
some feminism?
Keep your head down
As she passes by
Another fake movement
And she'll make you cry
You say you like
Khaleesis and what not
But when shit gets real
You just think with your cock
You paint yourself
A hunter of girls
I say:
Lost in her jungle
You're just another prey
Better watch the world turn
Just think again
You're way too young
For a dinossaur brain
Shy are the Queens
But she's here to rule
With or over you
She, the king!
She wasn't born
To lick your boots
So fuck off...
Jerk it off, sucker
I know you're not alone
With your macho speech
But she is the king!
Are you gonna cry, macho boy?
Gonna call me a faggot?
Cuz i can take it.
But you can't take a strong woman.
domingo, 11 de agosto de 2013
Água salgada para elefantes
A primeira vez que uma garota veio me contar sobre um sonho que ela teve comigo foi uma parada completamente freak, que me deixou assustado. Eu lembro que eu só queria fugir daquele quarto e foi exatamente o que eu fiz. A segunda vez foi bem diferente. Foi um sonho bem legal (pra não dizer louco), algo sobre elefantes saindo do mar e eu sem camisa, deitado na cama, com uma tatuagem de farol na barriga. Eu disse que ela podia me cumprimentar com um beijo roubado sempre que quisesse.
É tudo empatia, química, não importa muito o nome. O Versiani mesmo já tinha me dito: "Se não somar, não rola". Você pode até achar que tal pessoa invadiu a sua mente, mas será que não é você que está aprisionando ela lá? Será que ela não seria mais feliz montando elefantes anfíbios rumo a um farol qualquer? Como você pode saber?
A gente nunca sabe. Ame-o e deixe-o.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
A Revolução Vermelha de calradia.
PRÉVIA DO CAPÍTULO 1
-Preste atenção nisso! - Dhorgharrar tirou seu grande elmo alado e o deixou pendendo para trás do pescoço pela tira de couro do queixo. Esgueirou-se por trás da linha de escudos da cavalaria, e tirou uma flecha perfuradora da alvaja. Seu arco longo de guerra retesou-se com a pressão da corda de cânhamo enquanto Dhorgharrar mantinha-se muito ereto, costas abertas, com a mão direita segurando a flecha bem ao lado da orelha. Dardos dos besteiros batiam com violência nos escudos à sua frente. Um deles passou por uma fresta e atingiu um dos Cavaleiros Swadicos do Reino do Sol no joelho. Dhorgharrar mal piscava de tanta concentração. Escolheu um dos alvos no topo das muralhas internas de Tevarin e soltou a corda. A flecha voou como um demônio, zunindo cínicamente sua canção de morte enquanto descrevia uma parábola muito aberta nos céus. A canção virou um estrondo de sangue e carne quando ela se enterrou no peito de um dos besteiros, estraçalhando uma de suas costelas e perfurando o pulmão.
- As damas segundo! - Disse ele, sorrindo como um garotinho para Matheld, que simplesmente o encarou ameaçadoramente por trás de seu grande elmo de aço. Com as viseiras completamente fechadas, ela tirou seu arco das costas e se aproximou correndo para se colocar ao lado de Dhorgarrar na zona segura atrás dos escudos. Ainda vestindo o capacete, que lhe bloqueava praticamente toda a visão periférica, ela encaixou uma flecha na corda, puxou, e se demorou bem mais que Dhorgarrar enquanto mirava.
"Que teimosa." Dhorgarrar pensou. Ele sabia que era impossível aquela façanha, mas era o código de honra de Matheld se mostrar mais mortal do que qualquer homem.
A flecha de Matheld disparou e descreveu uma trajetória parecida, só que em vez de acertar o pulmão, acertou o globo ocular de um dos besteiros, incapacitando-lhe o cérebro.
Dhorgarrar teve vontade de gargalhar e gritar em triunfo. E o teria feito, se uma seta de retaliação a um irmão morto não tivesse zunido tão próximo à sua orelha direita, afundando-se na grama a apenas um metro dele.
- Coloque a merda do elmo, herói! - Rosnou Matheld.
Dhorgarrar seguiu o conselho dela. Na verdade ele sabia que a estava obedecendo, mas não ficava bem para um "Rei" obedecer a seus vassalos.
-Preste atenção nisso! - Dhorgharrar tirou seu grande elmo alado e o deixou pendendo para trás do pescoço pela tira de couro do queixo. Esgueirou-se por trás da linha de escudos da cavalaria, e tirou uma flecha perfuradora da alvaja. Seu arco longo de guerra retesou-se com a pressão da corda de cânhamo enquanto Dhorgharrar mantinha-se muito ereto, costas abertas, com a mão direita segurando a flecha bem ao lado da orelha. Dardos dos besteiros batiam com violência nos escudos à sua frente. Um deles passou por uma fresta e atingiu um dos Cavaleiros Swadicos do Reino do Sol no joelho. Dhorgharrar mal piscava de tanta concentração. Escolheu um dos alvos no topo das muralhas internas de Tevarin e soltou a corda. A flecha voou como um demônio, zunindo cínicamente sua canção de morte enquanto descrevia uma parábola muito aberta nos céus. A canção virou um estrondo de sangue e carne quando ela se enterrou no peito de um dos besteiros, estraçalhando uma de suas costelas e perfurando o pulmão.
- As damas segundo! - Disse ele, sorrindo como um garotinho para Matheld, que simplesmente o encarou ameaçadoramente por trás de seu grande elmo de aço. Com as viseiras completamente fechadas, ela tirou seu arco das costas e se aproximou correndo para se colocar ao lado de Dhorgarrar na zona segura atrás dos escudos. Ainda vestindo o capacete, que lhe bloqueava praticamente toda a visão periférica, ela encaixou uma flecha na corda, puxou, e se demorou bem mais que Dhorgarrar enquanto mirava.
"Que teimosa." Dhorgarrar pensou. Ele sabia que era impossível aquela façanha, mas era o código de honra de Matheld se mostrar mais mortal do que qualquer homem.
A flecha de Matheld disparou e descreveu uma trajetória parecida, só que em vez de acertar o pulmão, acertou o globo ocular de um dos besteiros, incapacitando-lhe o cérebro.
Dhorgarrar teve vontade de gargalhar e gritar em triunfo. E o teria feito, se uma seta de retaliação a um irmão morto não tivesse zunido tão próximo à sua orelha direita, afundando-se na grama a apenas um metro dele.
- Coloque a merda do elmo, herói! - Rosnou Matheld.
Dhorgarrar seguiu o conselho dela. Na verdade ele sabia que a estava obedecendo, mas não ficava bem para um "Rei" obedecer a seus vassalos.
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