terça-feira, 26 de novembro de 2013

shittybook

às vezes me dá vontade de responder "foda-se" em todas as postagens que me aparecem no feed do facebook... 



esse blog já foi mais inteligente...

domingo, 27 de outubro de 2013

Blues do mosquito em digestão

agora há pouco
enquanto eu me abaixava para pegar
uma cerveja
no congelador

Aspirei desavisado
Um mosquito, ou uma mosca
O Mosquito, que seja
Deve estar agora
Afogado em cerveja

"Que morte horrível
Ser engolido vivo"

Um brinde a um inocente
Que eu ainda sinto se espernear
Dentro de mim





quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Can't get a song out of these lyrics

Your ideas
Are way too Satanic
For me to swallow
With a touch of
Christian Moralism
On top of it
Does Revenge make that
much of a sense?
And is it worth to love
A def and mute god
Above it all?

Can you recognize
Contradiction
When you see it floating
Away from your throat
to your forehead?

Or are you
Here
Just for the puppet's show?


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Que confusão, cara

falar sobre nada específico
Um exercício de expressão da angústia
Da polícia que atira em professor
até à mina que eu não dei valor
Pólos negativos ecoando
nos captadores da SG
Grande merda sem nexo
ninguém te mandou ler

isso provavelmente não vai ser postado
Se foi, acho que estou surtando em silencio
ah, novidade
Como se eu já não estivesse fazendo isso aqui nos ultimos 5 anos.

(ou seriam 6? Ja até perdi as contas
De qualquer forma acho que estou
me demorando muito nessa metalinguagem
Eu deveria voltar para o poema sem nexo, mas
Que confusão, cara...)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Ozzy is bored with your teenage drama.


She is the king

She is the king
And I don't Care
About your macho speech
She is the king
What's the problem with
some feminism?

Keep your head down
As she passes by
Another fake movement
And she'll make you cry

You say you like
Khaleesis and what not
But when shit gets real
You just think with your cock

You paint yourself
A hunter of girls
I say:
Lost in her jungle
You're just another prey

Better watch the world turn
Just think again
You're way too young
For a dinossaur brain

Shy are the Queens
But she's here to rule
With or over you
She, the king!
She wasn't born
To lick your boots

So fuck off...
Jerk it off, sucker
I know you're not alone
With your macho speech
But she is the king!

Are you gonna cry, macho boy?
Gonna call me a faggot?
Cuz i can take it.
But you can't take a strong woman.

domingo, 11 de agosto de 2013

Água salgada para elefantes

A primeira vez que uma garota veio me contar sobre um sonho que ela teve comigo foi uma parada completamente freak, que me deixou assustado. Eu lembro que eu só queria fugir daquele quarto e foi exatamente o que eu fiz. A segunda vez foi bem diferente. Foi um sonho bem legal (pra não dizer louco), algo sobre elefantes saindo do mar e eu sem camisa, deitado na cama, com uma tatuagem de farol na barriga. Eu disse que ela podia me cumprimentar com um beijo roubado sempre que quisesse. 

 É tudo empatia, química, não importa muito o nome. O Versiani mesmo já tinha me dito: "Se não somar, não rola". Você pode até achar que tal pessoa invadiu a sua mente, mas será que não é você que está aprisionando ela lá? Será que ela não seria mais feliz montando elefantes anfíbios rumo a um farol qualquer? Como você pode saber?

A gente nunca sabe. Ame-o e deixe-o.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Elder Gods From Purple Valley

Uma composição (improvisação alcoolizada) original.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A Revolução Vermelha de calradia.

PRÉVIA DO CAPÍTULO 1

-Preste atenção nisso! - Dhorgharrar tirou seu grande elmo alado e o deixou pendendo para trás do pescoço pela tira de couro do queixo. Esgueirou-se por trás da linha de escudos da cavalaria, e tirou uma flecha perfuradora da alvaja. Seu arco longo de guerra retesou-se com a pressão da corda de cânhamo enquanto Dhorgharrar mantinha-se muito ereto, costas abertas, com a mão direita segurando a flecha bem ao lado da orelha. Dardos dos besteiros batiam com violência nos escudos à sua frente. Um deles passou por uma fresta e atingiu um dos Cavaleiros Swadicos do Reino do Sol no joelho. Dhorgharrar mal piscava de tanta concentração. Escolheu um dos alvos no topo das muralhas internas de Tevarin e soltou a corda. A flecha voou como um demônio, zunindo cínicamente sua canção de morte enquanto  descrevia uma parábola muito aberta nos céus. A canção virou um estrondo de sangue e carne quando ela se enterrou no peito de um dos besteiros, estraçalhando uma de suas costelas e perfurando o pulmão.

- As damas segundo! - Disse ele, sorrindo como um garotinho para Matheld, que simplesmente o encarou ameaçadoramente por trás de seu grande elmo de aço. Com as viseiras completamente fechadas, ela tirou seu arco das costas e se aproximou correndo para se colocar ao lado de Dhorgarrar na zona segura atrás dos escudos.  Ainda vestindo o capacete, que lhe bloqueava praticamente toda a visão periférica, ela encaixou uma flecha na corda, puxou, e se demorou bem mais que Dhorgarrar enquanto mirava.

"Que teimosa." Dhorgarrar pensou. Ele sabia que era  impossível aquela façanha, mas era  o código de honra de Matheld se mostrar mais mortal do que qualquer homem.

A flecha de Matheld disparou e descreveu uma trajetória parecida, só que em vez de acertar o pulmão, acertou o globo ocular de um dos besteiros, incapacitando-lhe o cérebro.
Dhorgarrar teve vontade de gargalhar e gritar em triunfo. E o teria feito, se uma seta de retaliação a um irmão morto não tivesse zunido tão próximo à sua orelha direita, afundando-se na grama a apenas um metro dele.

- Coloque a merda do elmo, herói! - Rosnou Matheld.

Dhorgarrar seguiu o conselho dela. Na verdade ele sabia que a estava obedecendo, mas não ficava bem para um "Rei" obedecer a seus vassalos.


4 e 20


sexta-feira, 26 de julho de 2013

A Revolução Vermelha de Calradia

PRÓLOGO



Do alto das muralhas de madeira do castelo Tevarin, os besteiros observavam. O acampamento inimigo estava bem além das muralhas externas da fortificação e lançava luzes laranjas e fumaça preguiçosamente noite fria adentro. Em oito horas, iniciava-se a segunda semana de cerco.

Dhorgarrar, Aquele que trás a Alvorada, reivindicava a fortaleza que havia sido cercada e tomada pelo Reino dos Nórdicos  um mês antes. A Revolução do Sol Vermelho havia se estendido até aquelas remotas planícies. Praven, a capital do império Swadico, havia caído nas mãos das tropas revolucionárias um ano antes e agora os Nórdicos desciam do norte para tentar tomar as terras conquistadas por Dhorgarrar. Era a vingança pela audácia do traidor, que em sua juventude, havia se rebelado contra o Rei Ragnar e tomado a própria capital do Reino dos Nórdicos,  Sargoth, e iniciado assim uma revolta com grande apoio por parte dos camponeses, que tinham em Dhorgarrar o primeiro vislumbre de um estilo de vida muito diferente da servidão.

Sentado ao pé da fogueira, um dos Huscarls do Reino do Sol tocava uma canção melancólica em sua flauta. Ao lado dele, Dhorgarrar afiava sua grande espada bastarda. "Honra, Justiça e Valor" estavam inscritos na lâmina em língua comum. Completado o serviço, ele colocou a imponente lâmina de lado e passou a observar pensativo o fogo, enquanto coçava sua barba ruiva

- Matheld. - Ele chamou.

Da tenda militar mais próxima, uma Valkyria surgiu, como que saída do próprio Valhalla. Matheld nada tinha de lendária, era apenas uma mulher. Uma mulher com uma perícia assassina quando se tratava de espadas, tanto que os sussuros dos recrutas e soldados mais baixos eram justamente fofocas relacionando-a com o mito das Valkyrias. Seus cabelos loiros platinados e seus profundos olhos azuis apenas contribuiam com a lenda. Matheld gostava dessa lenda.

- Senhor? - Disse ela com uma voz grave e suave.

- Como está o nosso estoque de flechas?

Matheld deu de ombros.

- 700, 750? Dividas entre dez batalhões de cinco arqueiros devem ser o suficiente.

- Apenas 15 flechas para cada homem? - Espantou-se Dhorgarrar, quase que imediatente, enquanto Matheld espantava-se com seu afiado raciocínio matemático. Para um homem que passara a vida empunhando uma espada, Dhorgarrar lia livros demais. 

- Um bom arqueiro com 15 flechas, mata 15 homens.

Dhorgarrar sorriu.

- Quem me dera todos meus homens atirassem como você. Quem me dera todos tivessem essa tua confiança. Olhe, para eles, Matheld. Esses arqueiros mal saíram de trás da saia de suas mães, são apenas garotos...

- Se você está hesitante, é melhor abandonar este cerco. - Ela não perdoava nenhum detalhe. Principalmente quando sentia falta de seu lar, um salão em um castelo próximo à Sargoth.
Ele gargalhou. Dhorgarrar adorava a compania daquela Irmã em Armas. 

- Hesitante? Não. Nós vamos flechar todos aqueles besteiros, nem que eu e você façamos isso sozinhos.

- Não me leve a mal, acho que estamos demorando muito nesse sítio. Mas eu não pretendo voltar pra casa com o rabo entre as pernas.

- Uma loba feroz como você? Eu vou morrer de velho antes de presenciar tal coisa...
- Espero que você morra em batalha, meu amigo.

Dhorgarrar ficou muito sério, de repente. Ele nunca entendeu os costumes e a honra nórdica, mesmo sendo esse o sangue que corria em suas veias. Ter sido criado em uma universidade longe de Calradia o fez enchergar um mundo muito além da violência de um campo de batalha.
- Prefiro ver meu filhos crescerem. - Ele disse, simplesmente.

Matheld dificilmente conseguia entender esses aparentes sinais de covardia em um guerreiro tão tenaz como ele. A razão disso era ela não entender muito bem essa vida familiar. Seu esposo era seu escudo, sua única filha a espada e seus irmãos, a guarnição de seu castelo. Ela sentou-se ao lado dele.

- Me dê um gole - Ela pediu, estendendo a mão enquanto ele lhe passava um chifre de beber cheio de hidromel.

- Uma pena a cerveja ter acabado. Eu não consigo me acostumar com bebidas doces.

- Que belo nórdico você é.

- Sou um cidadão do mundo!

-... Concordo. Você é mesmo.

E ele realmente era. Dhorgarrar queria unificar Calradia,  acabar com as sangrentas rivalidades entre as diferentes culturas, revitalizar o Antigo Império Calradico. E para isso, ele recrutava soldados de todas as partes do continente, que marchavam juntos, bebiam juntos, cantavam, dançavam, lutavam e morriam juntos. Tudo pela bandeira de Dhorgarrar.Pela Liberdade e pela verdadeira Paz. Pelo Reino do Sol. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

and make up too

eu gosto de feministas que se  depilam
o segredo da vida é o bom senso.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A vida é uma pica dura

Aí você fica todo animado porque a gatinha da facul te adicionou no Face, só pra olhar o perfil dela e ver que ela está "em um relacionamento sério". Affe!




(sim eu registro essas coisas aqui porque tenho o bom senso de não compartilhar esse tipo de coisa com ninguém na minha timeline)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Just like s&m

"When women make us suffer, what are we supposed to say?"
"Thank you ma'm, may I have some more please?"

segunda-feira, 25 de março de 2013

It's obviously about a girl and that's the problem


lembrar de você
me trás o gosto de uísque
na boca
me faz lembrar do meu
cabelo raspado
e do lago raso
de uma cidade imunda

me faz pensar que talvez
eu seja mesmo um covarde
por nenhuma razão
e que certas coisas
Só devem acontecer uma única vez

nem sempre pro bem.

Lembrar de você
Me trás as coxas
E a cerveja

Me trás o talvez e
logo depois,
o nunca





quarta-feira, 20 de março de 2013

Contos Estranhos, O retorno

Eles estavam sentados à uma mesinha redonda, na varanda de um café qualquer no centro da cidade. Suas xícaras esfriavam com o vento. Ameaçava chover, mas provavelmente não iria.


- Então, você ficou sabendo da Diana não é?

- Do aborto involuntário, você tá falando?

- É.

- Sim. Fiquei.

- Triste não é? Ela com certeza daria uma ótima mãe. Ela tava muito feliz e ansiosa pra ter esse filho...

- Triste, sim. Mas eu ainda acho que certas tragédias vêm pro bem.

- Como assim??

- Fala sério. Ela mal completou dezoito anos, tinha dezessete quando soube que tava grávida. O que ela ia fazer da vida tendo que criar uma criança na flor da idade? Ela nem se formou ainda. Pode ser muito triste o que aconteceu e tal, mas acho que no fim das contas vai ser bom.

- Você soa como um velho frio.

- Talvez. Olha, eu sei que ela ia ficar realmente puta comigo se me ouvisse dizendo isso, mas por mais que ela realmente quisesse ter essa criança, não era a hora certa. Pode ser doloroso o que ela tá passando agora, mas ela tem que entender que ela tem toda a vida dela pela frente agora. É como um novo começo.

- E desde quando ter filhos é deixar de viver?

- É deixar de viver para si mesmo. Quando se é tão jovem assim é preciso ter a liberdade de poder se preocupar consigo mesmo em tempo integral...

- Você tem um ideia bem egoísta das coisas.

- ... por uma questão de sobrevivência. Quando eu tinha dezoito anos não sabia nem mesmo o que eu ia fazer com a minha vida, imagina ter que ensinar um outro ser humano a viver!

- É meio errado se usar como ponto de referência em casos como esse. Você nunca vai saber o que é um sentimento materno com um pênis no meio das pernas.

- Claro... mas eu sei o que é ser jovem e cheio de sonhos... e sei também que sonhos não passam disso: Sonhos. Projeções irreais da nossa imaginação. É preciso muito suor pra transformar um sonho em realidade, e 90% das pessoas desiste no meio do caminho. E um filho é muito mais complicado, porque você pode desistir dos seus sonhos, mas nunca de um filho... assim que eles entram no mundo, é pra sempre. Até quando durar.

- Talvez um dia você se arrependa de toda essa baboseira que você gosta de cuspir nos outros sem pensar duas vezes.

- E porque eu faria isso?

-Por quê.... eu tô gravida.

Ele se levanta de supetão da mesa do café e saca suas duas .45, disparando-as para acertar todos os pontos vitais da moça. Ela cai no chão, sangrando e começa a se contorcer violentamente, seus olhos brilham com um carmesim intenso e fumaça negra começa a sair de todos os seus orifícios faciais. Finalmente derrotada, ela desiste.

- Testando comunicação com Nave-Mãe, responda Nave-Mãe.

(ruído metálico) - Sim, aqui é a Nave-Mãe, qual o status da missão? (ruído metálico)

- O último dos spider-bots foi eliminado. Foi uma tarefa árdua, me exigiu meses, mas finalmente consegui enxergar através do seu capcioso disfarce. Peço autorização para retornar.

(ruído metálico) - Autorização concedida, preparar para desmaterialização (ruído metálico)

- Estou pronto.

Ele caminhou até o meio da rua e olhou para cima. Uma intensa luz anil desceu dos céus e transformou seu corpo em poeira cósmica, que subiu, subiu e subiu... Ele estava voltando para casa.


Começou a chover.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Ainda pensando no que fazer com isso (ou se vale a pena continuar pensando)

 A areia invadia os sapatos e esfoliava os pés de Thalis. Já conseguia sentir as bolhas que se formariam no calcanhar, nas solas, entre os dedos, nos próprios dedos... Talvez fosse a única coisa que sentia. O calor já era inerente. Já era tão intrinsecamente parte de sua existência quanto respirar. Tarefa que parecia ficar mais difícil a cada momento. 

Areia. Por quilômetros e mais incansáveis quilômetros, a areia parecia ser a única coisa que o aguardava nas razoáveis distâncias que um garoto com apenas a roupa do corpo conseguiria percorrer, largado a própria sorte no Desolado. A única coisa que estava lá para saudá-lo, dar as sádicas boas-vindas ao estrangeiro que escolhera – por vontade própria, seu destino era fruto de nada além das suas livres escolhas – exilar-se naquele país distante, era ela. Ela que mordia aqueles pés sem rumo, esfolando-os milimetricamente a cada passada desajeitada. Thalis andava encarando o chão, assistindo seus passos afundarem meticulosamente no deserto, como se a paisagem estivessem tentado digeri-lo aos poucos. Não sabia dizer quanto tempo havia se passado desde a sua queda. Precisamente, talvez não muito mais do que trinta minutos, mas a exaustão causada pelos raios do impiedoso Astro Solar, pelo ar arenoso e pelos furos nos seus sapatos (um desconfortável azar), distorcia o tempo. Deu mais um passo, incerto se estaria pronto para dar o outro, que acabou se transformando num arrastar de pé que o deixou empacado. Parou para ofegar. Sem esperanças, levantou a cabeça e protegeu a visão da incidência solar com a mão direita, forçando a visão para além das ondas de calor de deformavam o horizonte, fazendo-o serpentear em sua frente.

Viu as montanhas. Erguiam-se íngremes, de elevações que pareciam surgir das dunas distantes. Tão íngremes que formavam paredões em certos pontos, já em outros, elevavam-se aos céus em finos pináculos, quase como agulhas na distância.

Do outro lado das Montanhas, ele disse...” Thalis tentou murmurar para si mesmo, mais pensando do que emitindo qualquer som. Virou-se para olhar o caminho por aonde viera. A brisa quente e nada confortável que soprava se esforçava para apagar suas pegadas. “Apagar qualquer prova da minha existência”, O garoto concluiu. Mas havia algo lá atrás que não poderia ser soterrado tão cedo, não sem alguns muitos meses de rigorosas tempestades de areia, algo que ainda estaria lá depois que seu cadáver seco se afogasse na poeira do Desolado: O Navio. A outrora imponente embarcação de madeira e aço estava naufragada lá, em nada menos que areia, partida ao meio. A proa apontava diagonalmente para as escassas nuvens, como se quisessem indicar ironicamente a óbvia impossibilidade de uma chuva. O castelo da popa estava arrasado, reduzido a escombros que exalavam uma espessa fumaça cinza, preguiçosamente. O combustível do Navio não explodiria uma segunda vez, apenas queimaria aos poucos agora.


- Velho inconseqüente. – Thalis resmungou com desdém, mas com uma boa pitada de melancolia. E desespero também. – Que tipo de idiota comandaria uma embarcação sem uma tripulação?

E que tipo de idiota subiria em tal navio?”  Pensou, logo em seguida. Se Danne Lavoir, o falecido capitão do Navio era um inconseqüente, o que isso faria de Thalis?

Um tolo. E um covarde.”