sábado, 15 de setembro de 2012

Dá Dá Dá


Na Espanha são suaves
Carol sólida no mundo
que era áspero

exclusão de saúde em si
desmaiou na rua de baixo pra cima

divisão
isso é bom

sobre essa extravagância
pouco quer mais atravessar o rio

Quer mais esperar
que a chuva cálida se emancipe

Três vezes mais que o radio
O coração, as aberturas vãs

Ondas que formam nos seus olhos
Indiscutivelmente vão exonerar.

FLUXO TEMPORÁRIO ENVELHECENDO

SE MEDINDO

INVERSAMENTE

...

6 comentários:

Gian Rech disse...

O_O
Must.. read.. again.

Pedro disse...

Dá beijinho nas meninas.

Dave C. disse...

Me sinto como o Gian quando tento ler Maiakovski

Pedro disse...

Me sinto como o Gian quando tento ler Khlebnikóv. True story.

Pedro disse...

"Eu tinha Ka=; nos dias da Branca China=, Eva=, descendo na neve do balão de André=, ouvindo a voz "vai!", deixados nas neves esquimós os rastros dos pés nus, – esperança – estranharia, ao ouvir esta palavra. Mas o povo de Masr= j´a havia conhecido milhares de anos antes=. E ele não estava errado quando dividia a alma em Ka, Khu e Bha=. Khu e Bha = a fama, boa ou má, do homem. Mas Ka é a sombra da alma, seu sósia, enviado para junto daquelas pessoas, com que sonha o senhor roncador. Para ele não há barreiras no tempo; Ka vai de sonho em sonho, atravessa o tempo e alcança os bronzes (os bronzes dos tempos). Aconchega-se comodamente nos séculos, como numa cadeira de balanço."

Bird disse...

Parece que você foi escrevendo o que primeiro veio à cabeça O___O
b l o g