A partir da relação Lucas - Lyna, uma coisa apaixonada, devotada ou até mesmo chegando ao nível do "fofo", se me permite dizer, poderia-se concluir que esta se trata de uma bela história de amor.
Há! Olha pra minha cara e me diz se eu pareço com alguém que escreve historinha de amor mela-cueca:
Pois é.
Não que as coisas vão mudar muito de rumo agora, mas esse é o plano.
E digo-lhes, vocês vão se decepcionar com a parte 2. Se não fosse por uma cena em especial, isso aqui ia ser pura encheção de lingüiça.
Tá, nem tanto. Mas talvez vocês achem essa aqui mais curtinha, porquê só tem um capítulo. Eu IA colocar mais um, só que se eu fosse escrever tudo o que eu queria escrever na capítulo 4, nessa parte, ia ficar um monstro de umas 13 páginas. Mas o problema maior é que a narrativa tá corrida, incompleta. Eu odeio isso. Odeio, odeio, odeio. Mas minha preguiça de reescrever é maior.
Sem mais delongas.
Capítulo 3 - O chaveiro de ursinho e o conversível do pirata.
Lucas era confuso, estabanado e nunca levou jeito com garotas. Até mesmo uma simples amizade podia ser um desafio. Agora, chegar e falar “Oi, você deixou sei chaveiro cair no pátio, na hora do recreio” é bem simples, claro.
Bem, não pra ele.
As portas das salas já iam ser fechadas para os horários seguintes terem início, mas Lucas ainda estava parado mirando o chaveiro em suas mãos. Pelas dimensões da chave, aquilo muito provavelmente abria um dos armários da escola. Sem dúvida, era um pertence de muita importância para um aluno.
- o Lucas ficou.
Rique virou-se pra trás e viu Lucas na mesma pose que estava há quase um minuto completo.
- Olha só aquele mané. EI! LUCAS! VAMO! – Rique berrou.
Se dando conta de onde estava e o que deveria fazer, Lucas correu até a sala de aula.
E cerca de duas horas depois, os alunos deixavam a escola.
- Qualé a bronca, mano? É só devolver o chaveiro pra ela! – protestou Rique enquanto cruzavam as portas da frente, para o pátio do colégio.
- Olha, mas...
- Ah! Eu já saqueeei... – riu Gus – Você é bem safado, hein, Lucas?Olha Rique, o negócio não é simplesmente: Chegar, devolver o chaveiro, dar tchau e ir embora. Não! Ele tem que ter certeza que isso vai garantir alguma coisa! Tem que puxar um assunto boooom – gesticulava intensamente com as mãos – entende? Algo que faça eles continuar se falando por um bom tempo! Lucas, você é esperto, safado claro, mas esperto.
- Mas isso é óbvio, Gus! – desbocou Rique com desdém – Enfim, Lucas. O que você tem em mente?
Lucas olhou para os dois em silêncio, com “insegurança” escrito na testa.
- Eu sei lá. Não pensei em nada...
- Aff.
- Claro. Já era de se esperar. – Gus sentou em um dos degraus que davam para a fachada do prédio principal e abriu uma revista (“Monthly Gaming”)- Mas vê se não vai estragar com tudo! O sinal já tocou há uns cinco minutos, ela deve ta descendo.
Quase que imediatamente, Lyna se esgueira suavemente entre a multidão de alunos e sai para o pátio. Lucas, desprevenido, teria ficado apenas olhando, se não fosse por empurrão violento de Rique. Ele correu desajeitadamente em direção a ela.
- A, a-hn... Lyna!?
- Ela se vira delicadamente e o encara com os olhos azuis.
- E aí Lucas!
“Cacete! Ela sabe meu nome!”
- Fala! Quê que ‘cê quer? – ela riu.
Ele coloca a mão no bolso e tira o chaveiro com pressa, estabanado como sempre.
- É... Deixou cair – Um calor apimentado se formava no seu estômago e subia até o peito. Ele corava visivelmente.
- Putz! É mesmo! – Surpresa do jeito que estava ela nem deve ter dado por falta do chaveiro.
- Caraca, Lucas! Obrigada! Eu nem tinha percebido! Já pensou? Não poder mais abrir meu armário...
- Pois é... Tome mais cuidado.
- Ah, pode deixar! Se bem que eu sou meio cabeça de vento mesmo, hahaha.
“Você é linda, isso sim.”
Eles agora caminhavam lado a lado na direção oposta da escola. Rique e Gus observavam tudo ao mesmo tempo que surpresos, muito satisfeitos.
- Hehe, quê isso. Essas coisas acontecem.
- Né? Mas juro que altas coisas só acontecem comigo! Outro dia...
“Nossa, ela é linda mesmo. Só de ficar perto dela... E o cheiro dela é tão bom, agradável e...”
Os devaneios do menino foram abruptamente interrompidos por uma buzina escandalosa vinda da rua. Lyna olha para o lado e reconhece o vermelho vivo do impecável carro conversível que certamente chamava mais atenção do que qualquer outro por perto, com sua imponência. Dentro da máquina, um homem de cabelos castanhos e compridos, amarrados atrás, barba por fazer, uma coleção de argolas em cada orelha e uma bandana tão vermelha quanto o carro, tira seu ray-ban, revelando um rosto maduro e carismático. Ele acena para Lyna.
- Ei ruivinha!
- Já to iiindo! – a satisfação estava estampada e berrantemente colorida no rosto dela – ‘Brigada de novo, Lucas! Tchauzinho! – e entrou no carrão.
Lucas não pensou muito. Estava parado na calçada e não queria pensar muito. Mas não podia ter deixado de notar que aquele tio da Lyna era bem... exótico. E bonito também, porque não? E aquele carrão... uau. A tia da Lyna deve ser bem gostosa pra arranjar um boa-pinta como ele.
Tiago, colega de turma de Lucas, se aproxima e diz o óbvio:
- Carrão hein.
- Né.
- Deve ter um motor do cacete.
- Ô.
- E aí cara, o que você tava falando com a Lyna?
- Devolvendo uma parada que ela esqueceu... Ei, Tiago, quem é aquele cara que veio buscar ela?
- O do carrão?
- É.
- Ah, é o namorado dela.
- Namorado?
- É! Namorado! Eu também não entendi essa. Aquele cara tem bem uns trinta anos. Pedofilia descarada!
- Namorado?
- É. Tem gente que diz que ele é pirata, acredita? Que ele veio em um daqueles navios clandestinos que costumam atracar aos montes aqui nessa época no ano, por causa da Feira das Docas. E tem gente que diz que isso é só historinha. Eu mesmo acho que não acredito nisso, mas que aquele cara é suspeito, isso é.
- ...Namorado?
- É, pô. Namorado. Você não acha isso sacanagem? Uma mina tão bonitinha dando pra um tarado do pior tipo. O que ele não deve ta fazendo com ela agora? Cacete...
- Puta merda...
- Pois é. Bom, a minha mãe chegou. Falou Lucas!
Lucas parou um instante e respirou. Sentia-se o pior dos homens. Ele sempre soube que ela estava além de seu alcance. Tentar alguma coisa, ao em vez de se conformar e esquecer, foi uma tremenda burrice. Aquilo só ia gerar frustração. De todas as pessoas, porque logo ela tinha que ter um namorado? Ele não ligava o quão velho ele era, não se importava se ele era algum pirata-clandestino-pedófilo, ou o quão injusto era o fato de ele ter um carro do ano. Podia ser qualquer pessoa, em qualquer situação, mas se estivesse namorando a Lyna, já era problema o suficiente.
Nisso, Gus e Rique vinham apressados. Diferente de Lucas, eles já tinham sacado tudo na primeira olhada.
- Ei, Lucas... – Gus o chamou com calma.
- Que foi...?
- Aquele cara... – Ele arriscava, mesmo já sabendo a resposta.
- Era o namorado dela.
- Iiixx... – Rique deu sua opinião
Lucas abaixou a cabeça e fitou os pés.
As portas das salas já iam ser fechadas para os horários seguintes terem início, mas Lucas ainda estava parado mirando o chaveiro em suas mãos. Pelas dimensões da chave, aquilo muito provavelmente abria um dos armários da escola. Sem dúvida, era um pertence de muita importância para um aluno.
- o Lucas ficou.
Rique virou-se pra trás e viu Lucas na mesma pose que estava há quase um minuto completo.
- Olha só aquele mané. EI! LUCAS! VAMO! – Rique berrou.
Se dando conta de onde estava e o que deveria fazer, Lucas correu até a sala de aula.
E cerca de duas horas depois, os alunos deixavam a escola.
- Qualé a bronca, mano? É só devolver o chaveiro pra ela! – protestou Rique enquanto cruzavam as portas da frente, para o pátio do colégio.
- Olha, mas...
- Ah! Eu já saqueeei... – riu Gus – Você é bem safado, hein, Lucas?Olha Rique, o negócio não é simplesmente: Chegar, devolver o chaveiro, dar tchau e ir embora. Não! Ele tem que ter certeza que isso vai garantir alguma coisa! Tem que puxar um assunto boooom – gesticulava intensamente com as mãos – entende? Algo que faça eles continuar se falando por um bom tempo! Lucas, você é esperto, safado claro, mas esperto.
- Mas isso é óbvio, Gus! – desbocou Rique com desdém – Enfim, Lucas. O que você tem em mente?
Lucas olhou para os dois em silêncio, com “insegurança” escrito na testa.
- Eu sei lá. Não pensei em nada...
- Aff.
- Claro. Já era de se esperar. – Gus sentou em um dos degraus que davam para a fachada do prédio principal e abriu uma revista (“Monthly Gaming”)- Mas vê se não vai estragar com tudo! O sinal já tocou há uns cinco minutos, ela deve ta descendo.
Quase que imediatamente, Lyna se esgueira suavemente entre a multidão de alunos e sai para o pátio. Lucas, desprevenido, teria ficado apenas olhando, se não fosse por empurrão violento de Rique. Ele correu desajeitadamente em direção a ela.
- A, a-hn... Lyna!?
- Ela se vira delicadamente e o encara com os olhos azuis.
- E aí Lucas!
“Cacete! Ela sabe meu nome!”
- Fala! Quê que ‘cê quer? – ela riu.
Ele coloca a mão no bolso e tira o chaveiro com pressa, estabanado como sempre.
- É... Deixou cair – Um calor apimentado se formava no seu estômago e subia até o peito. Ele corava visivelmente.
- Putz! É mesmo! – Surpresa do jeito que estava ela nem deve ter dado por falta do chaveiro.
- Caraca, Lucas! Obrigada! Eu nem tinha percebido! Já pensou? Não poder mais abrir meu armário...
- Pois é... Tome mais cuidado.
- Ah, pode deixar! Se bem que eu sou meio cabeça de vento mesmo, hahaha.
“Você é linda, isso sim.”
Eles agora caminhavam lado a lado na direção oposta da escola. Rique e Gus observavam tudo ao mesmo tempo que surpresos, muito satisfeitos.
- Hehe, quê isso. Essas coisas acontecem.
- Né? Mas juro que altas coisas só acontecem comigo! Outro dia...
“Nossa, ela é linda mesmo. Só de ficar perto dela... E o cheiro dela é tão bom, agradável e...”
Os devaneios do menino foram abruptamente interrompidos por uma buzina escandalosa vinda da rua. Lyna olha para o lado e reconhece o vermelho vivo do impecável carro conversível que certamente chamava mais atenção do que qualquer outro por perto, com sua imponência. Dentro da máquina, um homem de cabelos castanhos e compridos, amarrados atrás, barba por fazer, uma coleção de argolas em cada orelha e uma bandana tão vermelha quanto o carro, tira seu ray-ban, revelando um rosto maduro e carismático. Ele acena para Lyna.
- Ei ruivinha!
- Já to iiindo! – a satisfação estava estampada e berrantemente colorida no rosto dela – ‘Brigada de novo, Lucas! Tchauzinho! – e entrou no carrão.
Lucas não pensou muito. Estava parado na calçada e não queria pensar muito. Mas não podia ter deixado de notar que aquele tio da Lyna era bem... exótico. E bonito também, porque não? E aquele carrão... uau. A tia da Lyna deve ser bem gostosa pra arranjar um boa-pinta como ele.
Tiago, colega de turma de Lucas, se aproxima e diz o óbvio:
- Carrão hein.
- Né.
- Deve ter um motor do cacete.
- Ô.
- E aí cara, o que você tava falando com a Lyna?
- Devolvendo uma parada que ela esqueceu... Ei, Tiago, quem é aquele cara que veio buscar ela?
- O do carrão?
- É.
- Ah, é o namorado dela.
- Namorado?
- É! Namorado! Eu também não entendi essa. Aquele cara tem bem uns trinta anos. Pedofilia descarada!
- Namorado?
- É. Tem gente que diz que ele é pirata, acredita? Que ele veio em um daqueles navios clandestinos que costumam atracar aos montes aqui nessa época no ano, por causa da Feira das Docas. E tem gente que diz que isso é só historinha. Eu mesmo acho que não acredito nisso, mas que aquele cara é suspeito, isso é.
- ...Namorado?
- É, pô. Namorado. Você não acha isso sacanagem? Uma mina tão bonitinha dando pra um tarado do pior tipo. O que ele não deve ta fazendo com ela agora? Cacete...
- Puta merda...
- Pois é. Bom, a minha mãe chegou. Falou Lucas!
Lucas parou um instante e respirou. Sentia-se o pior dos homens. Ele sempre soube que ela estava além de seu alcance. Tentar alguma coisa, ao em vez de se conformar e esquecer, foi uma tremenda burrice. Aquilo só ia gerar frustração. De todas as pessoas, porque logo ela tinha que ter um namorado? Ele não ligava o quão velho ele era, não se importava se ele era algum pirata-clandestino-pedófilo, ou o quão injusto era o fato de ele ter um carro do ano. Podia ser qualquer pessoa, em qualquer situação, mas se estivesse namorando a Lyna, já era problema o suficiente.
Nisso, Gus e Rique vinham apressados. Diferente de Lucas, eles já tinham sacado tudo na primeira olhada.
- Ei, Lucas... – Gus o chamou com calma.
- Que foi...?
- Aquele cara... – Ele arriscava, mesmo já sabendo a resposta.
- Era o namorado dela.
- Iiixx... – Rique deu sua opinião
Lucas abaixou a cabeça e fitou os pés.
Ele ia pensar e dizer alguma coisa quando: Bam. Uma batida seca.
Lucas levantou a cabeça e olhou ao seu redor. Nada de incomum na rua.
Bam, bam. Duas batidas. Pareciam vir de muito longe. Ele se virou para os dois:
- Vocês tão ouvindo isso?
Rique e Gus se entreolharam.
- Ouvindo o que?
Bam, bam, bam.
Lucas abriu os olhos. Estava em seu quarto, na cama. A música saia alta dos falantes do som. Ele se levantou correndo e abriu a porta. Sua irmã estava lá, nervosa.
- Lucas! Você disse que ia me ajudar com a louça! Onde meteu a cabeça dessa vez?
- Desculpa, desculpa! É que eu tava ouvindo...
- Eu sei, eu sei. Você tava vadiando enquanto eu cuidava de tudo! Eu já lavei quase tudo sozinha! Mas quem vai lavar o resto, enxugar e guardar vai ser VOCÊ! – disse ameaçadoramente por entre os dentes, enquanto o dava um cutucão no peito – E vai logo! – Ela deu meia volta e bateu a porta de seu quarto atrás de si.
Lucas passou as mãos no rosto num sentimento misto de raiva e “Putz, esqueci!”. Desligou o som e desceu até a cozinha.
A casa estava quieta. Já deviam ser quase nove horas. Deviam estar todos nos seus respectivos quartos vendo TV, dormindo, ou tentando fazer com que os filhos dormissem.
Descendo as escadas lentamente, Lucas lembrou do sonho que teve. O mais estranho de todos. Aquilo aconteceu de verdade, mais cedo naquele mesmo dia e ele acabara de reviver tudo nos mais perfeitos detalhes, enquanto dormia. Ele não se lembrava de qualquer uma das aulas daquele dia ter ocorrido no seu sonho, mas o resto...
- Bom... Ficar revivendo meus problemas não pode ser algo saudável. – sussurrou para a sala de estar deserta.
Passou pela porta aberta e se deparou com um problema menor. Ainda havia uma pilha de louça suja bem grande, e uma maior ainda a ser enxugada e devidamente guardada.
- É o que dá ter uma família gigantesca. Só duas pessoas não dão conta de lavar tudo isso...
Sem muita opção, Lucas se entocou na pequena cozinha amarela e pôs-se a lavar louça. A grande porta branca, à sua esquerda já estava devidamente trancada e barrada, de um modo que até mesmo por dentro, seria difícil abrir. Porém, um rosto amigo se debruçou na pequena janela ao lado da porta e bateu no vidro. Lucas não estranhou tanto aquela situação. Abriu a janela.
- Lê lê, lê lê, lê lê lê lê lê lê! Vê se limpa tudo direitinho, viu nega? – Rique se achava no direito de zombar nas piores horas.
- Que agradável surpresa você por aqui.
- E aí cara, pegando pesado aí? – E também escolhia as piores horas para ignorar o desprezo dos outros.
- De leve.
- Pô, me deixa entrar.
Lucas olhou com desprezo. Rique soltou um “Uuui!”, deu uma piscadela e mandou um beijinho. Lucas conseguiu conter o sorriso, espirrou água das mãos na cara de Rique, e foi destrancar a porta. Um pequeno estrondo depois, e ela estava aberta.
- Você tem que parar de invadir meu quintal desse jeito.
- Ah, sem crise. Ninguém vai mandar me prender não.
- Não. Mas meu bisavô ainda vai ter dar um tiro.
- Qualééé, uma hora dessas o velho tá babando.
- O que você veio fazer aqui há essa hora, afinal?
Rique tirou um panfleto colorido do bolso e o levanta à altura dos olhos de Lucas.
- A Feira das Docas desse ano vai tá do capeta, cara! A gente vai juntos, né?
- Você podia me ajudar a enxugar isso aqui.
Rique deu um sorriso agudo de desconcordância.
- Ninguém mandou você escolher a pior hora pra me visitar.
Rique não sabia escolher horas muito bem.

7 comentários:
lol novamente o primeiro comentario é meu mwahahahaha
po dave, eu acho que vc tem cara de quem escreve histórias de amor sim XD (entre outras coisas,claro)
PARTE 3!!!
O cara ficou rico vendendo disco falsificado, rapá!
O deus do metal vai comer o toba do namorado da Lyna.
Cara, achei muito bom esse capítulo.
A gente já se entrosa mais com a personalidade dos personagens =)
Ruim pro Lucas que perdeu a mina prum pedófilo =/
Tomara que algo massa aconteça no Festival das Docas!
PS: "prouRst" é o que tá escrito na minha verificação de palavras. Só falta aparecer "lavoiRsier"
Depois de dez atualizações:
Hacha
Bikedia
Imegr
Wax It! LOL (DEPILE ISTO!)
Punab
Peringar
Ressear (Aulas de gramática = FAIL)
Ausner
Bilal ! IAUHUIAHA
Regra Tirana #2 : Spam será punido com fuzilamento em praça pública. Todos os custos dos preparativos da execução serão cobrados da família.
Sóóóóóóóó...
"O cara ficou rico vendendo disco falsificado, rapá!"
dps de 3 dias sem contato com o mundo afora venho-me a vós para comentar nesse sagrado blog do meu caro amigo david. bem novamente vc me deixo CURIOSO PRA SABER O RESTO MODAFOKA e ao contrario do que vc disse eu gostei mto da parte 2 e tenho certeza q vou gostar da 3 tbm , continue o bom trabalho.
Postar um comentário