Versos datados de algum ponto do longínquo ano de 2007, encontrado há menos de 10 minutos em um fichário caindo aos pedaços.
Não quero me perder
No fundo abismo com que me olhas
Nunca me senti tão cego
Enquanto admirava-te por horas e horas
Isso ainda está por levar
Minha alma e sanidade embora
Me sinto com mais idade
Com essa lembrança que chora
De que vale então
Dedicar-se por tanto tempo
E duvidar se é são
Admirar ao vento
Isso ainda está por levar...
Isso ainda está por me levar.
(provavelmente incompleto)
Um tanto emo, sim, mas atualmente eu desconheço o que eu tinha na cabeça quando rabisquei isso. Só sei que gosto muito mais das coisas que eu escrevia nessa época...
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9 comentários:
E cheguei à conclusão que sempre fui viciado em rimas com "ão".
O comentário acima foi tão metalinguístico, chega doeu.
Para com o acido, já falei. Esse poema parece feito pra alguém especial...
;]
Tre bone, Davido!
Brakume,
Petro.
sabe, david, tem pessoas que entram nessa joça VARIAS VEZES POR DIA pra ver se tem algo novo...
e nunca tem
paia
Vc disse...
...8 comentários...
Cá estão eles /o/
Agora mantenha sua palavra, pequeno escoteiro...
movimente isso aki! >.<
Que tal nove?
Bela poesia, Davids
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