Sugeriram que eu usasse meu masoquismo para continuar produzindo.
Ok, aí vai:
Eu sou romântico
Por onde quer que eu ande
Se espalham fremosas flores
Mas, por mais que eu tente
Não tenho mais bolso para guardar as dores
Se eu sofro, eu me pergunto o porque
Mas no fundo sei
O sentido da minha vida é sofrer
Se eu sangro, eu sei que gosto
Se me desaponto, meu dia está feito
É assim que eu me alimento, tristeza é meu pasto
Eu choro até não me aguentar direito
Eu te escrevo poemas, e te mando flores
Eu quero teu sorriso! És maior que mil outros amores
Mas prometa que vai esmagar meu coração
E dizer: "Somos só amigos, não vamos nos magoar então"
Se a manhã está sorrindo
Se nos campos, eu corro
E se minha alma está se abrindo
Corto meus pulsos e meu sangue escorro
E de noite eu frustro
E na taverna eu bebo
E no quarto eu fumo
E no leito eu deito
Se estou feliz, eu me estrago
Seu amor, quero que seja impossível
Posso então tragar o saboroso amargo
De que ser feliz, é inadmissível
E de noite eu me frustro
E de noite eu me bebo
E de noite eu me escrevo
E de noite eu me morro.
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6 comentários:
Dedicado a Álverez de Azevedo.
pow vei ta magnifico esse poema, vc escreve mto bem cara
indireta detected.
Cara, eu juro que enquanto eu tava lendo eu pensei " Álvarez de Azevedo" ;P, segunda geração total esse aí,
e bem a sua cara também...
gostei
David emuxo =)
Belo poema, btw...
Gostei mt
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